Asma grave eosinofílica: saiba mais sobre o assunto

Você provavelmente já sabe o que é asma, mas você conhece os subtipos que ela tem?

Você sabia que a asma tem subtipos? E entender um pouco mais sobre eles pode ajudar no seu diagnóstico, entender as causas e por que os tratamentos também são diferentes.

Pensando nisso, o FazBem desenvolveu um conteúdo completo sobre asma grave eosinofílica, falando dos sintomas, causas, diagnóstico e muito mais para esclarecer melhor esse assunto.

Asma grave

Antes de falarmos sobre a asma eosinofílica, precisamos explicar o que é asma grave.

A asma grave não é tão simples de ser diagnosticada. Se você tem asma, está tomando os remédios e seguindo o tratamento corretamente como o seu médico orientou, mas, mesmo assim, os seus sintomas e crises não diminuem, pode ser que você tenha asma grave.1

Os sinais podem surgir da seguinte maneira:1

  • Usar o inalador de alívio muitas vezes por semana
  • Necessidade de corticoide oral todos os dias para controlar sua asma
  • Crises mais frequentes

Se esse for o seu caso, converse com o seu médico para que, juntos, vocês possam alinhar os próximos passos para o seu tratamento.

Agora que você já entendeu como se descobre a asma grave, vamos entender melhor a asma grave eosinofílica.

Asma grave eosinofílica

A asma eosinofílica é um subtipo de asma grave que, normalmente, acontece com pessoas que desenvolvem asma na idade adulta, mas isso não impede que aconteça em crianças e jovens.2

A asma eosinofílica – um tipo de asma que geralmente se desenvolve em adultos – é marcada por um aumento no número de glóbulos brancos, chamados eosinófilos, no sangue, pulmões e trato respiratório. Altos níveis de eosinófilos podem causar inflamação e edema das vias aéreas e do sistema respiratório. 2, 3

A causa da asma eosinofílica ainda é desconhecida, mas existem várias maneiras de diagnosticá-la para que você possa receber o tratamento correto.2

O diagnóstico de asma eosinofílica pode ser feito pela contagem de eosinófilos no sangue, sempre avaliado por um especialista para que não seja confundido com outra doença.2

A segunda forma de diagnosticar a asma eosinofílica se dá por uma avaliação da amostra de escarro do paciente (conhecida como catarro).2

A terceira maneira de diagnosticar a asma eosinofílica é com a análise de biópsia, localizado no pulmão.2

Os sintomas, quadro clínico e histórico do paciente precisam ser considerado em qualquer uma das maneiras de diagnóstico.  Só avaliando os quatro aspectos é que se pode ter um diagnóstico correto.2

Leia também: Qual especialista eu devo procurar para doenças respiratórias

Sintomas

Quando o assunto é sintomas, não diferem muito dos outros tipos de asma. O que acontece é que eles podem aparecer muito mais fortes e de forma persistente, precisando de mais cuidado e tratamento diferente do que uma asma mais leve.3

Os sintomas são:2

  • Respiração ofegante
  • Tosse
  • Falta de ar ou dificuldade para respirar
  • Aperto no peito
  • Obstrução no fluxo de ar

Quando aparecem em pacientes de idade mais avançada, é muito comum que esses sintomas sejam confundidos com questões relacionadas à idade. Assim, não é dada a devida importância e os sintomas são minimizados, podendo limitar a rotina em vários aspectos.3

Então, se os seus sintomas de asma estiverem muito fortes e persistentes, procure um médico especialista e converse com ele sobre o melhor tratamento ou mudanças que você precisa adotar para melhor sua asma e sua saúde.3

Assista: 1º encontro sobre asma para pacientes, familiares e comunidade

Tratamento

O tratamento pode variar assim como o diagnóstico, isso porque cada paciente tem sintomas e casos diferentes da mesma doença. Por isso, é muito importante seguir as orientações que o seu médico passar, sem se basear em experiências de outras pessoas.2

O objetivo do tratamento é controlar a doença com a menor dose da medicação, tratando o processo inflamatório e consequentemente reduzindo a inflamação eosinofílica..

Pode ser que você tenha respostas pelo tratamento com corticosteroides inalatórios, mas pode acontecer de precisar de outro método porque os seus sintomas estão resistentes a esse tipo de terapia.2

De qualquer forma, o foco ainda será a redução da inflamação causada

pelos eosinófilos. Por isso, converse com o seu médico, tire todas as suas dúvidas sobre o tratamento que ele passou e siga todas as orientações.2

Também é importante sempre voltar às consultas de rotina e ficar alerta com os sintomas. Caso eles ainda persistam e/ou piorem, retorne ao médico o mais rápido possível para uma nova avaliação.

O FazBem quer sempre apoiar e ajudar você durante todo o seu diagnóstico e tratamento, trazendo informações importantes e dicas para que você possa entender melhor sua saúde e seu tratamento.

 

 

 

 

Referencias
BR-15335. Material destinado a pacientes. Nov/2021
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