Você corre o risco de ter um infarto?

Os sintomas do infarto são muito sutis ou até mesmo não se manifestam quando a doença ainda está no início do seu desenvolvimento. Por isso, o infarto é um dos grandes vilões da saúde do coração.

O infarto ocorre quando o fluxo do sangue é interrompido e não consegue chegar mais no coração (músculo cardíaco). Essa obstrução das artérias acontece principalmente pelo acúmulo de placas de gordura (aterosclerose).

Já te contamos o que faz bem para você no momento de recuperação de um infarto, mas focar na prevenção também é essencial. E as suas atitudes podem fazer a diferença na saúde do seu coração!

Veja também: Quando fazer o exame de colesterol?

São muitos os fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de um infarto. Alguns deles, não é possível controlar como a idade e a herança genética, por exemplo. Afinal, à medida que envelhecemos, nosso risco de ter um infarto aumenta consideravelmente e é preciso ficar atento aos sintomas.

A boa notícia é que há fatores de risco que conseguimos modificar (se a gente quiser, é claro!) e até mesmo reverter a doença. Veja o que pode facilitar a evolução do infarto:

   


É aqui que existe uma grande oportunidade de você fazer a diferença para a saúde do seu coração. Adotando medidas para controlar esses fatores modificáveis é possível parar a progressão da doença e, em alguns casos, até revertê-la.

Sua participação ativa e contínua para evitar que a doença se agrave é muito importante!

Vale lembrar que, para você conseguir prevenir essa doença, o controle dos fatores de risco modificáveis deve ser contínuo. Em outras palavras, não adianta ter uma dieta saudável e perder peso no verão e se descuidar na chegada do outono, ok? 😊

Uma regra simples: quanto maior o número de fatores de risco modificáveis não controlados você tem, maiores serão seus riscos de vir a ter um infarto do coração. Sua dedicação e empenho no controle desses fatores de risco modificáveis serão recompensados com uma vida mais longa e mais qualidade de vida!

Procure um médico para que ele possa avaliar seu caso. Se ele determinar algum tratamento para uma doença ou fator de risco, procure seguir as suas recomendações!

 

 

 

Referências:
Ornish D, Brown SE, Scherwitz LW, Billings JH, Armstrong WT, Ports TA, et al. Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial. Lancet (London, England). 1990;336(8708):129-33.
Imagem: Freepik
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