Você sabe a importância de aderir ao tratamento?

 Receber o diagnóstico de uma doença crônica e tentar entender como vai funcionar o tratamento e o novo estilo de vida que você precisa tomar, não é uma tarefa fácil, né?

Pode ser até que você fique confuso e nervoso com todas as informações e acabe deixando várias dúvidas importantes dentro da sua cabeça, sem esclarecer com o médico que está te dando orientações.

Apesar de ser comum se sentir perdido, é importante lembrar que é preciso se acalmar e esclarecer todos os pontos que você não entender ou que você considerar importante, seja sobre os medicamentos, estilo de vida que precisa adotar, os horários do remédio ou sobre a doença em si. Pergunte sem medo!

Por que tirar as dúvidas?

Muitas pessoas recebem o diagnóstico e simplesmente pegam a receita do remédio e vão para a farmácia e/ou para casa. Seja sincero, você também já fez isso, não é?

Quando não esclarecemos nossas dúvidas com o médico, como entender como e em que condições o medicamento deve ser tomado, pela manhã, em jejum, ou então não passamos todas as informações necessárias para ele, como se temos alguma restrição em relação a medicamentos, como alergias ou dificuldade em ingerir comprimidos, ele não terá todas as informações para recomendar os melhores medicamentos para você, assim como você não terá todas as informações necessárias para seguir o tratamento corretamente.

Por motivos como esses, o tratamento é abandonado, deixado pela metade ou nem iniciado. O que pode gerar outros problemas e um tempo ainda maior para controlar e resolver sua doença. Seguir o tratamento é importante e, por isso, perguntar sobre ele também é.

Aderindo ao tratamento

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a adesão ao tratamento significa "a medida com que o comportamento de uma pessoa corresponde às recomendações de um profissional da saúde”.

Se você pensa que tomar os medicamentos nos horários e quantidades certas é o suficiente para dizer que faz o tratamento corretamente, está muito enganado.

Tomar os medicamentos corretamente é muito importante, mas não o suficiente para reverter ou melhorar, consideravelmente, seu diagnóstico. Se o médico fez as orientações e pediu para que todos os cuidados sejam tomados, é necessário seguir à risca o que foi lhe dito. Isso faz parte do seu tratamento.

Mudança no seu estilo de vida, alimentos que precisa comer e os que precisa evitar, vitaminas, atividade física, estresse, sono e qualquer outro comportamento que ele cite.

Todos esses fatores, fazem parte do tratamento e são necessários para o controle real da sua doença. Por isso, você precisa manter uma rotina, organizar os seus horários e se dedicar na sua recuperação.

Você precisa ser responsável por esse assunto, afinal, nós estamos falando da sua saúde, certo?

Se surgir alguma dúvida sobre os processos, seu medicamento ou algum sintoma que você não sentiu antes, peça ajuda ao centro onde você realiza o seu tratamento. Caso isso não seja possível, vá até a farmácia mais próxima e procure um farmacêutico, ele é fundamental e pode te ajudar de diversas formas nesse processo, tirando suas dúvidas, explicando algum efeito colateral que surgiu após o uso do medicamento e indicando quando é necessário procurar ajuda do seu médico.

Relação médico-paciente 

A relação entre você e o médico é um ponto importante durante todo o seu tratamento. O sucesso de todo o processo e persistência no tratamento, também depende dessa relação que deve ser estabelecida entre os dois polos.

A confiança, a reciprocidade, a compaixão, o saber ouvir, a atenção e a empatia de ambos os lados, são fatores fundamentais no estabelecimento de uma adequada relação médico-paciente.

Baixa adesão ao tratamento

A baixa adesão ao tratamento de qualquer doença é um problema de ordem mundial. Segundo a OMS, em países desenvolvidos, a adesão a longo prazo gira em torno de apenas 50%.

Existem dois tipos de não adesão, a primeira é a involuntária - acontece por falta de conhecimento necessário para prosseguir, interpretações erradas, esquecimento de horários e desorganização. A segunda é a voluntária - acontece com aqueles pacientes que optam por não tomar os remédios por motivos próprios.

O abandono do tratamento está ligado à experiência do paciente com os medicamentos (atitude, expectativas, medos, reações adversas não explicadas, interferentes sociais, religiosos e culturais), que deve ser compreendido antes pela equipe de saúde. 

Em alguns casos, os pacientes interrompem o tratamento por conta própria quando estão se sentindo bem e livres de sintomas. Entretanto, quando se está fazendo o tratamento de uma doença crônica, é criado um bloqueio para as ações danosas da doença e, quando esse bloqueio é interrompido de repente, as ações e sintomas vêm com toda a força.

Tudo o que foi bloqueado para proteger o paciente ganha força novamente, causando não só a perda dos efeitos protetores construídos ao longo do tratamento, como também pode retroceder e piorar o seu quadro clínico, necessitando de medidas mais restritas e mais sérias que as primeiras recomendadas.

Pode parecer difícil, mas é um caminho que pode ser muito mais tranquilo quando se tem apoio. Além da família e amigos, que tal contar com um especialista em saúde, que conhece e entende tudo o que você está fazendo?

Muito prazer, somos o FazBem, o programa de apoio e cuidado ao paciente da AstraZeneca. Faça o seu cadastro e saiba mais como podemos ajudar!

 
 
 
 
 
Referências:
https://www.ladoaladopelavida.org.br/
http://bvsms.saude.gov.br/
https://www.spsp.org.br/
http://www.oncoguia.org.br/
BR-12707. Material destinado a todos os públicos. Mai/2021
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